Uma ex-propagandista da Unilever será indenizada por ter sido vítima de perseguição no ambiente de trabalho. Entre os abusos, estava a proibição de usar brincos, cobranças por metas inalcançáveis e críticas constantes feitas pela supervisora na frente de colegas.
O Tribunal reconheceu o assédio moral e o dano existencial causado pela jornada exaustiva, que comprometia a vida social e afetiva da trabalhadora. A indenização somou R$ 7 mil, valor considerado razoável pelo TST, mesmo diante da grande capacidade financeira da empresa.
Casos como esse mostram que direitos trabalhistas vão além do salário: respeito, dignidade e equilíbrio de vida também importam. Fique atenta e, se estiver passando por algo parecido, procure orientação jurídica!
Processo: RRAg-10117-40.2019.5.15.0067
#direitotrabalhista #advogado #trabalho #trabalhador #tst #salario #respeito #dignidade

